quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Imagem de Agosto no calendário



E não é que acabo de reparar que Alcochete é a imagem de Agosto do meu calendário do escritório?!... Assim estou sempre perto de casa. :)

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

A saudosa pastelaria e gelataria Daisy's


 

Na primeira vez que fui visitar a casa que viria mais tarde a comprar, um dos pontos de interesse próximos que a então proprietária me referiu foi a Pastelaria/Gelataria Daisy's, pelos seus crepes, gelados e afins.

Confesso que na altura me chamou à atenção (porque adoro crepes) e não demorou muito que fosse in loco comprovar a fama do espaço. Não saíram em nada logradas as expectativas que tinha dos crepes, muito pelo contrário. Os crepes eram grandes e ótimos e nada caros face aos preços que se praticam por aí. Com fruta, com gelado, com chantilly, com compota,... tudo se recomendaria.

A partir daí passei também eu a recomendar a amigos e familiares. Esta confeitaria passou inclusive a fazer parte do meu roteiro de locais obrigatórios de passagem a quem me visitava em Alcochete e a ser ponto de encontro com amigos para os lanches de fim de tarde.

Devem calcular como fiquei triste com o encerramento deste espaço. Na altura pensei até em enviar uma reclamação à antiga proprietária do meu apartamento por a afamada Daisy's ter fechado (afinal comprei-lhe um apartamento com base numa premissa que já não existia), mas reconsiderei e não o fiz.

Ainda assim nunca percebi porque fechou. A Gelataria estava sempre cheia fosse Verão ou Inverno. Chegava a ser muito difícil arranjar mesa para café... Como é possível?!
Numa pesquisa que fiz dá-me a entender que se mudaram para o Brasil... Uma pena para os alcochetanos. Ficam as ganhas os nossos 'irmãos'.

Até agora não voltei a encontrar em Alcochete um local onde se comessem crepes tão bons a um preço tão acessível.

Terminaram as Festas de Alcochete (2013)

Diz-se que o que é bom acaba rápido e em Alcochete também é assim. As Festas do Barrete Verde e das Salinas terminaram ontem.

Fica de mais um ano toda a animação e bravura que durante dias e noites percorreram as ruas da vila para alegria de Alcochetanos e visitantes.

Ontem o cortejo equestre e etnográfico foi um dos pontos altos. A minha filha, de um ano, já nascida em Alcochete, vestiu-se à campino, com um fato herdado do pai que teria a sua idade quando o estreou. Faltou-lhe o barrete e as meias tradicionais para ficar vestida dos pés à cabeça mas ainda assim esteve um primor.

Depois do cortejo ficámos para assistir à entrada dos toiros na vila e à última largada nas ruas, onde, como a música anuncia, não faltou o toiro tresmalhado a fazer das suas. Já se sabe, faz parte da festa.

Ainda não tinha terminado o espetáculo de folclore quando decidimos ir para casa. Também teria gostado de ver o espetáculo pirotécnico musical mas hoje era dia de trabalho e não nos podíamos dar a luxos. Ainda assim não nos livrámos de acordar pelas 2h00 com os estrondos do fogo de artifício em ação.

Fica um cheirinho do que foram as festas nestas reportagens da RTP, da SIC, da TVI e do CM TV.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Fado do Barrete Verde

Pelas ruas da vila, em dias de Festa dos Barrete Verde e das Salinas, este é o fado que mais se ouve: Fado do Barrete Verde.

Dias antes de começarem as festividades já lá por casa trauteava a melodia.

Quando Alcochete se encontra em Festa

Por estes dias vivem-se em Alcochete as tradicionais Festas do Barrete Verde e das Salinas.

São 7 dias em que a vila se engrandece de festa, com música, convívio e toiros, recebendo efusivamente os visitantes.

 Estive nas minhas primeiras festas de Alcochete por altura em que comprei a minha casa. Lembro-me de ter estado com o meu marido e a minha irmã todo o dia em limpezas e arranjos e à noite de termos ido conhecer as festas. É impossível não nos envolvermos no espírito festeiro que se vive. O convívio é geral e notava-se a plena vontade das gentes em mostrarem a paixão que têm pela sua terra e as suas tradições. O amor a Alcochete e o orgulho de se ser Alcochetano corre no sangue desta gente e transborda para os visitantes, de tal forma que me parece que de ano para ano a festa de torna maior e cada vez mais visitada.

Desde dos pescadores, salineiros, forcados, a quem vive do comércio, serviços e da agricultura, todos parecem compartilhar de uma vaidade imensa em pertencer a esta terra. Este sentimento tão pessoal e ao mesmo tempo tão colectivo foi algo que me arrebatou e fez de imediato pensar que, embora 'forasteira', queria criar raizes nesta terra de sal e campo, banhada pelo Tejo.

 A SIC transmitiu anteontem uma reportagem sobre a Procissão da Senhora da Vida, por Terra e Mar, um dos pontos altos das Festas.